Na noite desta última quarta-feira (22/10), a coluna de Fábia Oliveira, do portal “Metrópoles”, divulgou uma nova entrevista com Hugo Gros, presidente do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro (Sated). Durante a conversa, o profissional voltou a comentar a controvérsia envolvendo o global Leandro Lima e a suposta ausência do DRT, o registro profissional de ator.
Ator da Globo foi acusado de atuar sem DRT
Conforme Hugo afirmou anteriormente, Leandro estaria atuando de forma irregular na Globo. A emissora, inclusive, já teria sido cobrada pelo sindicato para esclarecer o caso. De acordo com as informações apuradas, o documento que o artista possui é de modelo e não de ator. Em suma, ele chegou a ter um registro provisório em 2008, válido por apenas um ano. No entanto, o prazo venceu em 2009 e nunca foi renovado.
Leandro Lima afirma ter registro definitivo e critica exposição
Ao se deparar com a repercussão do caso, Leandro afirmou que possui sim o DRT definitivo e sugeriu que alguém inventou o boato para chamar a atenção: “Meu DRT foi emitido em 2008 pelo Ministério do Trabalho, na Paraíba. Na época, existia um provisório até comprovar a atuação na área, e o definitivo veio de São Paulo. Algum mau-caráter deve estar querendo palco.”, disparou ele ao portal “LeoDias”.
Presidente do Sated rebate declaração de ator e questiona registro profissional
Logo após a resposta de Leandro, Hugo voltou a se pronunciar. Ele reforçou que, segundo o sindicato, o ator ainda não teria um registro válido. Gros também apontou responsabilidade da TV Globo na situação: “Ele não tem registro [DRT]. O que ele tem é um registro de modelo, apresentado pela Globo. Ele não tem culpa, porque a emissora o escalou e ele trabalhou sem registro profissional durante toda a novela “Vale Tudo”. Se existir algum registro válido agora, que ele apresente o número e prove. Aí ficará claro qual é a verdade.”, declarou o presidente do Sated logo a princípio.
Em relação à fala de Leandro sobre “mau-caráter”, Hugo respondeu de forma direta: “Eu entendo que a única pessoa que pediu o registro dele durante dez dias [fui eu]. A única pessoa mau-caráter, subentende-se que sou eu, né? Porque eu falei isso. Só que ele não falou meu nome. Agora eu dou nome aos bois: ele não teve hombridade de falar a verdade”, disparou Gros.
O presidente do sindicato ainda destacou o papel do Sated na defesa do exercício legal da profissão e criticou o posicionamento de Leandro: “Ele preferiu falar besteira. Se ele tá me chamando de mau-caráter, que ele dê nome. Mas agora eu digo: ele não tem hombridade, se é que ele sabe o que é hombridade. A gente está aqui para ajudar as pessoas, e ele, como é modelo e não é ator, não sabe a respeitabilidade de um registro profissional.”, afirmou por fim.
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